Uma identidade não é nada sem relacionamentos.

Encontrar estratégias para dar formas visuais às ideias e conseguir consolidar uma paixão.

Ter uma identidade não é só fazer um logo, “desenhar” qualquer coisa, “aplicar” um nome, “colar” umas frases e siga para bingo.

São muitos os casos em que a ambição de ter qualquer coisa… acaba depressa. Ou, devagar. Bem, essencialmente acaba.

A credibilidade do negócio, tem muito a haver com a consistência da imagem. É importante perpetuar a identidade, em algo de valor único, coerente e bom. Registá-la e protegê-la para que seja sua. Reconhecível, digna e autêntica.

Mas antes, também importante, saber a quem se destina, o que pretende (seduzir), como convence e com quem desejar construir esta confiança e partilha.

Qual a imagem que pretende criar para o olhar dos seus possíveis e habituais clientes?

Conhecer o “outro lado” (público-alvo) não faz realmente sentido se não se conhece a si mesmo e, se, como marca, não o identifica com o que é capaz de ser e fazer.

No melhor processo está um bom resultado.

Os suportes mais apropriados.

Conhecer o público e determinar as estratégias corretas de comunicação (insight), na aplicação da linguagem de marca, são os principais momentos durante os quais, os seus “alvos” estarão mais receptivos.

Existem várias abordagens e ferramentas que podem ajudá-lo a identificar os limites dos seus (potenciais) alvos ou parceiros.

Na maioria das vezes, classificar, grupos sócio económicos, culturas, aspirações e comportamentos que definem “tribos”. Dependendo da profundidade do estudo a ser realizado no projecto, poderá ser necessário também descrever “personae” (do latim, persona); retratos precisos e sensíveis de clientes, utilizadores ou parceiros típicos. Uma maneira de atingir o “alvo” é, também, analisar as trajetórias (vivências/ciclo) e as oportunidades. Saber como funcionará o contacto em ambos os sentidos e permitir a interação com a sua marca/ serviço / produto.

“Disparar” em todos os sentidos, chapa cinco * e … bom senso.

Todos sonhamos em dominar o mercado e ter sucesso rapidamente. Mas, às vezes leva-nos a optar por ferramentas inadequadas e a adotar abordagens ou critérios questionáveis (ou, pior ainda, não as usar devidamente).

Além disso, algumas estratégias populares, que podem parecer atraentes, não são tão úteis, relevantes ou baseadas como elas querem que acreditemos.

A longo prazo podem criar comportamentos (e saldos) negativos.

Certas ferramentas e processos foram comprovados, mas, nem tudo é ciência em termos de criatividade. Cada caso é um caso e nem tudo é chapa cinco*. Por isso, nem sempre é fácil separar as coisas e descobrir o que é realmente útil numa área tão sensível e essencial como a Identidade o Branding e a Comunicação.

A regra aqui, como em qualquer campo, é manter uma mente crítica, comunicar de forma sustentável e usar claramente o bom senso.

Filipe Gomes

* Expressão usada na indústria tipográfica, onde a chapa, como molde é usada como base de reprodução. Permitindo assim produzir enormes quantidades de cópias a baixo preço.

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